Thalita Guimarães Félix de 34 anos, foi encontrada morta a tiros na manhã desta quinta-feira (17/09), em uma propriedade rural de Itagimirim, no extremo sul da Bahia. O corpo estava às margens de uma estrada de terra, nas proximidades da BR-101, na altura do km 678.
Segundo as informações iniciais, Thalita apresentava ferimentos provocados por disparos de arma de fogo. Ela era moradora de Salto da Divisa, em Minas Gerais, e teria sido sequestrada na noite anterior ao encontro do corpo.
As circunstâncias do desaparecimento ainda não foram esclarecidas. Uma das linhas de investigação considera a possibilidade de que a vítima tenha sido assassinada em outro local e posteriormente levada para a área rural onde foi encontrada. A autoria e a motivação do homicídio ainda são desconhecidas.
Thalita Guimarães Félix também já havia sido presa em Eunápolis, no extremo sul da Bahia. Em dezembro de 2023, ela foi detida durante uma investigação sobre o assalto contra um empresário no bairro Santa Lúcia.
Na ocasião, segundo informações divulgadas durante a apuração, Thalita era suspeita de ter fornecido aos envolvidos informações sobre a rotina do empresário e sobre a existência de um cofre no imóvel.
A prisão ocorreu no contexto daquela investigação e não há, até o momento, informação oficial que estabeleça relação entre o episódio de 2023 e o homicídio ocorrido nesta quinta-feira.
A morte de Thalita é investigada pelas autoridades policiais, que buscam esclarecer onde o crime ocorreu, identificar a dinâmica do possível sequestro e apontar os responsáveis pelo homicídio.
Thalita deixa três filhos menores de idade.
Fonte: Bahiaextremosul