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Vereador Rodrigo Borges: “o povo de Porto Seguro não merece tanta desgraça”

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Repercutindo matéria veiculada ontem (segunda-feira- 12/11) aqui no Jojô Notícias e em outras mídias locais, o vereador Rodrigo Borges, na sessão desta terça-feira, 13/11, lamentou profundamente a situação em que se encontra a cidade de Porto Seguro.

Citando a paralisação de diversas obras, amplamente divulgadas em placas no período anterior às eleições, e que teve suas paralisações justificadas pela administração municipal, a ajustes que deveriam ser feitos nas licitações, o vereador cobrou a presença do presidente e/ou diretor da COPEL, ao plenário da Casa, para explicar o que está acontecendo. O COPEL é o órgão que cuida dos editais, publicações e chamamentos públicos para licitação de serviços e obras no município de Porto Seguro.

“Porto Seguro não merece isso. Nosso povo não merece tanta desgraça”, desabafou Rodrigo Borges.

 

O fato é que o vereador “Bolinha”, na sessão retrasada, já havia manifestado o mesmo sentimento de perplexidade em relação à paralisação dessas obras, levantando, inclusive, a suspeita da população do caráter eleitoreiro das intervenções fartamente anunciadas em placas espalhadas nos bairros e distritos do município.

A diferença dos pronunciamentos está na contundência do vereador Rodrigo Borges que, além de enumerar as obras paradas e/ou suspensas pela justiça, exigiu a presença do responsável pelo setor (COPEL) para os devidos esclarecimentos.

Acontece que as explicações sobre os “tsunamis diários” que Porto Seguro está vivendo, de acordo definição do vereador Rodrigo e cobradas pelo mesmo, não se sabe quando poderão acontecer. A detenção do presidente do COPEL, na semana passada, pela Polícia Federal, no âmbito da operação “sombra e escuridão” que apura desvios e superfaturamento em licitações no sul da Bahia, é um obstáculo que, pelo menos por enquanto, impede o seu breve comparecimento.

Percebe-se que são muitas as explicações que o povo de Porto Seguro tem o direito de tê-las. As placas eleitoreiras, as denúncias do empresário Valvir Vieira, as paralisações das obras, a prisão do presidente da comissão de licitação são apenas as mais recentes.

O que dizer da “gênesis”, da “fraternos”, das contas rejeitadas, pelo TCU, da prefeita Claudia Oliveira e que estão sendo postergadas há mais de dois meses na câmara para sua votação. Bom… a preocupação dos “edis”, no momento, é a sucessão da presidência da Casa. Este sim é um tema bastante relevante para o parlamento municipal. Para o povo, não há a menor importância, pois, está difícil observar diferenças entre os pares. Quase todos, “farinha do mesmo saco”.

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