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EUA e Israel lançam ofensiva militar contra o Irã; Teerã responde com ataques e promessa de escalada

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Uma crise de grandes proporções eclodiu no Oriente Médio neste sábado, quando os Estados Unidos e Israel realizaram uma operação militar coordenada contra alvos no território iraniano, marcando um dos momentos mais graves de tensão na região desde a Guerra do Golfo. A ofensiva provocou explosões em Teerã e diversas cidades iranianas, uma retaliação imediata do Irã contra bases dos EUA e o território israelense, e levantou temores de uma guerra generalizada envolvendo aliados de ambos os lados.

Motivação dos ataques

Segundo declarações oficiais, os ataques foram justificados por Washington e Tel Aviv como parte de uma campanha para neutralizar o que chamam de “ameaças iminentes” do regime iraniano, especialmente ligadas ao seu programa nuclear e ao apoio a grupos armados na região. O presidente dos EUA descreveu a operação como o início de “grandes operações de combate” e afirmou que a intenção é desmantelar capacidades militares iranianas que colocariam aliados em risco.

O governo israelense afirmou que os alvos incluíram instalações estratégicas e figuras da liderança iraniana — com foco em centros de comando, infraestrutura militar e setores ligados ao poder político de Teerã.

Alvos atingidos e destruição

Relatos iniciais indicam que bombas e mísseis atingiram a capital Teerã e ao menos outras quatro cidades iranianas, incluindo locais com significância militar e política. Explosões foram ouvidas em áreas urbanas e pontos estratégicos, causando danos visíveis em prédios e infraestrutura.

De acordo com informações preliminares, alguns desses ataques tiveram como alvo escritórios associados à liderança do país, incluindo áreas ligadas ao líder supremo e a altos comandos militares.

Resposta de Teerã e mortes causadas

A República Islâmica do Irã respondeu horas depois com uma primeira onda de mísseis balísticos e drones lançados em direção a Israel e instalações militares dos EUA no Golfo Pérsico, incluindo bases no Bahrein, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos, segundo fontes regionais.

Autoridades iranianas classificaram a ofensiva como uma “agressão militar criminosa” e prometeram uma resposta “decisiva” contra seus adversários.  Israel ativou sistemas de defesa aérea após disparos de mísseis, e relatos indicam danos em algumas localidades.

Até o momento, as autoridades oficiais ainda não divulgaram números precisos de mortos e feridos, mas agências regionais e relatos emergentes mencionam dezenas de vítimas, incluindo civis em zonas urbanas atingidas por mísseis na capital iraniana e interrupções em serviços essenciais. Uma fonte internacional de notícias relatou que partes de Teerã sofreram danos significativos e que há confirmações de mortes em áreas densamente povoadas.

Consequências e riscos de escalada

Especialistas alertam que essa ofensiva pode desencadear uma escalada mais ampla no Oriente Médio, com impacto direto em países vizinhos e nas rotas de transporte de energia. A interrupção de atividades em importantes pontos como o Estreito de Hormuz — através do qual passa uma grande parte do petróleo global — pode provocar aumento dos preços de combustíveis no mundo inteiro e instabilidade econômica global.

Além disso, aliados históricos de cada lado já começam a se posicionar. Estados Unidos e Israel contam com apoio diplomático e militar de nações ocidentais e regionais, enquanto o Irã tem relações estreitas com Rússia e diversos grupos no Oriente Médio, incluindo milícias espalhadas pela Síria, Líbano e Iraque, que podem entrar no conflito.

Repercussão internacional

A ofensiva militar tem sido amplamente condenada por diversos países e organizações internacionais, que pedem contenção e retorno à diplomacia. Nações como o Brasil expressaram preocupação e defenderam negociações como único caminho para a paz.

Ao mesmo tempo, potências como a Rússia criticaram veementemente os ataques, classificando-os como “agressão não provocada” e pedindo uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

O que pode acontecer a seguir

Analistas militares dizem que o conflito pode se prolongar por semanas ou meses, com o risco de envolvimento de aliados regionais, grupos proxy e potências globais. A ameaça de uma guerra mais ampla no Oriente Médio paira sobre as negociações diplomáticas que vinham ocorrendo, e a dinâmica de alianças pode se alterar rapidamente à medida que países tomam partido ou buscam conter a violência.

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