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Ausência de planejamento e programação interrompe asfaltamento da Av. Pero Vaz de Caminha

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A Avenida Pero Vaz de Caminha, que passa em frente à Câmara Municipal de Vereadores de Porto Seguro, no centro da cidade, amanheceu nesta quarta-feira, 26/06, tomada por cones no meio-fio, guardas da Secretaria de Trânsito, enfim, um aparato tremendo, indicando que algo iria acontecer no local.

A reportagem do Jojô Notícias, alertada por moradores e profissionais liberais que atuam na área, se dirigiu até o local para se informar sobre o que iria ocorrer na região. “Vamos asfaltar toda a avenida”, explicou um servidor da guarda municipal de trânsito.

Acontece que o evento, aparentemente, sem nenhuma programação e planejamento, dado o desconhecimento dos proprietários de imóveis no local, esbarrou em seu próprio açodamento após funcionários da empresa ter sido alertado que, além da ausência de bocas-de-lobo no local, as que existem estão entupidas. “Como ficará a avenida quando chover, isso aqui se transformará numa lagoa só”, desabafou um profissional, com escritório no local, que não quis se identificar. O serviço teve que ser interrompido para regularização da captação da água fluvial.

Normalmente, neste tipo de operação, os moradores são comunicados antecipadamente, pela administração, da intervenção que será realizada. Até mesmo para programarem as saídas de casa, estacionamento, atendimentos a clientes, etc. É o que se espera de uma administração responsável e cidadã. Realizá-la de supetão, sem comunicar aos interessados, apenas reforça a suspeita de ilegalidades e de obstrução a questionamentos.

Esta é a marca da administração “fraterna” Cláudia Oliveira. Arrogância, truculência e imperialismo, como se a felicidade de viver na cidade fosse uma concessão da administração. É a inversão do postulado democrático. O que os moradores pensam não interessa. Nós (a administração) somos o poder e a força.

Os boatos dão conta que, o açodamento e a correria para a realização do serviço, são em função da necessidade do prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira, de fazer “caixa”, para pagamento das atrações do “Pedrão” de Eunápolis (festa junina que se inicia no dia 29/06), já que a empresa que presta o serviço, os insumos (asfalto) e demais agregados, são de propriedade do inelegível e investigado prefeito.

Humm… agora tá explicado!

Veja vídeo abaixo:

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